No meu aniversário o meu namorado encontrava-se em Milão e como na altura ainda não conhecia muita gente pois tinha acabado de chegar e ainda não tinha começado a reatar velhas amizades, iria passar o meu aniversário apenas com a minha família. Talvez sair um pouco à noite, mas ficaria-me por aí. Até que à hora de jantar, aparece-me a minha "Vanessa"... O melhor amigo do meu namorado, com um bolo de aniversário. É claro que a minha intenção foi de lhe espetar com o bolo na cara. Era o meu aniversário e ele não tinha o direito de fazer tal gentileza, porque vindo desse grandessíssimo sonso (que o que quer na realidade é roubar o meu namorado) só poderiam vir segundas intenções. Passado minutos recebo uma chamada do meu namorado a dar-me os parabéns e a dizer que a Vanessa estava em pulgas )no cú com certeza) com o meu aniversário e o bolo que tinha feito(que estava uma bela merda diga-se de passagem e foi para o lixo logo na manhã seguinte) e que já lhe tinha telefonado imensas vezes para saber se eu gostava de morangos, etc, etc!!!
Resumindo e concluindom o que essa Vanessa queria era estar constantemente ao telefone com o meu namorado e fazer-se de bonzinho e de amiguinho aos olhos dele utilizando a minha pessoa como meio para atingir o seu fim. E irrita-me o meu namorado não ver isso. Quando o meu namorado tem de se ausentar do país, a Vanessa fica com as chaves de casa dele, vai ver o correio, e no dia que o meu namorado chega, deixa-lhe o jantar no forno. Acham isto normal? Eu não acho! Se ele não fosse mais feio que o tio da familia Adams eu até me preocupava, só que odeio pessoas que me tomam por parvo....
E ainda nao vos contei a história do jantar.
Eu já avisei o meu namorado, o que deu azo a uma discussão tremenda a contar noutro dia, porque ele diz que a Vanessa é mesmo assim com todos, mas o que eu acho é que o meu namorado acostumou-se foi mas é a ter alguém que lhe faça as vontades todas. Olhem, pois se ele estiver à minha espera para lhe fazer um terço que o outro banana lhe faz, bem que pode pedir o divórcio porque para estas bandas não há cá palhaços.
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